Cu é a Nova Vagina

By Kelly McClure

Meu chefe me pediu para escrever este artigo porque ele acha que eu sou obcecada com cus. Eu não tinha sacado isso, mas pensando bem, eu falo bastante sobre eles diariamente. 

Lembro de ter lido alguma coisa na internet sobre como os caras não podem cheirar um cuzinho sem ficar de pau duro. Penso muito nisso. É por isso que os caras olham tanto pras bundas? Porque eles estão pensando em cheirá-las? Isso é tão engraçado quanto estranho. Mas, falando sério, eu me identifico com isso porque a primeira coisa que quero fazer quando eu tenho um cuzinho nu na minha frente é cheirar, depois, colocar minha língua nele, e daí tentar convencer a proprietária do cu a me deixar colocar outras coisas dentro dele. Me sinto muito sortuda por não ter pênis, porque eu posso fazer todas essas coisas e ainda pagar de gatinha sem precisar de um rolo de carne no meio das pernas pra me caguetar. Pênis. Ha-ha.

Aposto com você que as pessoas leem ou ouvem as moças falando sobre cus e pensam algo tipo "o quê? O que uma mina pode fazer com um cu além de olhá-lo e falar 'ah, isso é um cu’". E eu estou aqui para te dizer que há MUITAS coisas que podemos fazer. Pense nisso assim (bom, eu nem sei se o que eu estou prestes a dizer está certo, porque eu não sei quase nada sobre paus, mas sou escolada na vida e é isso que eu suponho): Vamos dizer que um cara fique excitadão por cheirar um cu, fica de pau duro, e resolve fazer algo sexual com o cu. Acredito que, uma vez que a rola fique dura, o cara vai colocar algum tipo de lubrificante nela, enfiá-la no cu, e em seguida vai se sentir muito satisfeito consigo mesmo que ele fez algo escandaloso e sexy. Bem, isso é ridículo e um enorme desperdício de um bom cuzinho. Aqui está o que eu gosto de fazer com um cu bonito (eu vou escrever isso como uma peça curta de teatro).

Moça bonita: Olá, vou ficar nua agora e você pode fazer o que quiser comigo.

Eu: Ah, que legal. Por que você não deita de bruços e empina seu bumbum?

Moça bonita: OK. Você é ótima na cama, já dá pra sacar.

Eu: Eu sei.

[Ação: Abra as bandas da bunda, avalie o cu da moça, coloque a ponta do dedo em volta dele e, em seguida, (um pouco) lá dentro. Cheire o cu, coloque ponta da língua no cu, e depois a língua toda no cu. Passe lubrificante no cu, vista algum tipo de aparelho que te permite penetrar o cu com um lindo e brilhante dispositivo em forma de pênis. Meta no cu até que os ruídos desejados sejam alcançados. Agarre as bandas da bunda da moça bonita e balance-as, principalmente porque é visualmente maravilhoso. Repita quantas vezes for necessário.]

Moça bonita: Ninguém nunca tinha curtido tanto meu cu assim. Obrigada, mestra do cu.

Eu: De nada. Agora vamos assistir vídeos bestas no YouTube e depois vamos comer uns nachos.

Moça bonita: Eu te amo.

Eu: Também te amo.

O mais engraçado disso tudo é que por mais que eu fale sobre cus, e os ame, eu nunca coloco muita coisa dentro do meu próprio cu. Gosto de pensar em mim como uma "provedora". Se estou realmente a fim e meu cu está com o que gosto de chamar de "fome", então eu vou pegar o dedo de minha parceira sexual e colocá-lo perto do meu cu, como se dissesse: "Gostaria que você colocasse algo no meu cu agora". Geralmente a pessoa vai sacar a dica e fazer coisas com o meu cu, mas geralmente eu peço para parar após alguns segundos e fazer outra coisa. Meu cu é sensível e tímido. Ou talvez eu ainda não tenha encontrado o dedo certo.

Já namorei algumas meninas que gostavam de sexo exclusivamente no cu. Tipo, eu tentava satisfazê –las via vagina, e elas: "Não, não. Põe na minha bunda". Sempre penso nessas meninas como sendo unicórnios dos cus mágicos, voando em algum lugar onde eu não posso mais vê-las, mas amando anal todos os dias. Para essas meninas, seu cu é de fato a nova vagina.

Isso é basicamente tudo o que tenho a dizer sobre cus. Vou tentar parar de falar tanto neles.

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