Malamokoyen com as suas filhas, no campo de Castor. O acampamento recebeu já cerca de 10 mil pessoas desde o começo da crise. A Oxfam Intermón providencia água e latrinas às famílias que ali vivem. (Pablo Tosco/Oxfam Intermón)
Mais de 24 mil pessoas que perderam as suas casas em Batafango, bem como familiares e tudo o que tinham sobrevivem há três anos entre tendas e cabanas de palha, à espera de uma solução que teima em não chegar. (Pablo Tosco/Oxfam Intermón)
Georgine e os seus filhos. Vivem há dois anos numa cabana de palha no campo de Batangafo. (Pablo Tosco/Oxfam Intermón)
Sadia B. 40 anos. Tem quatro filhos. Quando a milícia Seleka entrou em Bria, levou a cabo matanças, perseguições, saques e queimou as casas. Sadia, juntamente com o marido e os filhos fugiram em direcção a Bangui em busca de um lugar seguro. Aqui, o seu marido acabou por morrer.(Pablo Tosco/Oxfam Intermón)
Olga Y., tem três filhos e fugiu do bairro de Yambasse quando a milícia Seleka começou a matar e a saquear as famílias cristãs. Assassinaram o seu marido e ela procurou refúgio no aeroporto de M'poko.(Pablo Tosco/Oxfam Intermón)
Faustin Guessi regressa às ruínas da sua casa, destruída durante a crise de 2015, no bairro de Bloc Sara, Bangui. Quando há condições de segurança tegressa ao seu antigo lar para limpar as ervas daninhas do quintal.(Pablo Tosco/Oxfam Intermón)