A carreira da cantora e compositora inglesa começou na adolescência ao ganhar elogios por conta da sabedoria em seu disco de estreia Alas I Cannot Swim, de 2008. Marling vinha da nova cena folk londrina do final dos anos 2000, a mesma que deu à luz nomes como Mumford and Sons e Noah and the Whale. Sua estreia jovialmente desafiadora e emocionante foi indicada ao Mercury Prize, fato que se repetiria em seu segundo álbum I Speak Because I Can e no quarto Once I Was an Eagle. Sua obra é caracterizada por sua relação com o violão (e a guitarra em Short Movie, de 2015) e as postulações, filosofias e histórias relatadas por ela: "Failure", de Alas I Cannot Swim, fala de um romance com um músico fracassado e os fracassos que podemos atribuir a nós mesmos; "The Beast" de A Creature I Do Not Know conjura imagens desconfortáveis míticas e demoníacas, ainda que familiares, do homem; já "Saved These Words" em Once I Was an Eagle é um triunfante declaração a um amante que se foi. Marling, agora aos 27 anos, não esconde seus discos passados, falando com bastante carinho sobre eles e seus antigos eus.
Leia o restante da reportagem no Noisey.
