Fotos por Anna Mascarenhas
Eles são gorduchos, baixinhos, peidorreiros, têm uma respiração barulhenta e roncam pesado na hora de dormir. Os pugs são sucesso absoluto. Há oito anos, o "Pugnick" reúne esses atarracadinhos no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Fomos até lá no último domingo (2) e conversamos com alguns tutores, que contaram curiosidades sobre seus gorduchos calorentos.
Rubi é uma pug black bloc. Destrói os móveis da casa e curte judiar da Safira, uma lhasa apso que é sua "irmã de criação". Avessa e rebelde como uma boa anarcopunk, dispensa a caminha para dormir no sofá, empoleirada em cima das almofadas.
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Esse pug não quis revelar seu nome, mas fontes anônimas comentaram que a fraldinha úmida em cima dele era pra refrescar seu farto e volumoso corpo canino.
Se existisse uma premiação de pugs com a categoria "nome mais criativo", o Uai Tchê levaria fácil. O nome tem explicação: sua mamãe humana é mineira e o papai humano é gaúcho.
Channel estava vestida para o Halloween. Além de ser uma dama da alta sociedade, ela é dócil, comilona e dorminhoca. Em casa, tem um sofá só dela. Quem chega perto, se dá mal.
Um bumbum sensual, sem ser vulgar.
Com nome de cantor de pagode romântico, Belo é um pug que curte ficar embaixo do armário da pia da cozinha pra refrescar sua pança gorda. Ele tem, sim, esse direito. E, se alguém discordar, faremos um protesto na Paulista.
Meu Deus do céu. Isso aqui é um pug neném.
Sônia Blanco Carreiro, organizadora do "Pugnick", e sua turminha. "Tem gente que olha o pug e fala 'Nossa, que cachorro feio'", contou.Tá pouco de pug? Pega um babador e dá uma olhada na pugaleria de fotos abaixo..
