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O livro é escrito de maneira simples, quase como numa conversa, mas estabelece de maneira inteligente a filosofia básica por trás do budismo sem nenhum papo religioso ou de guru. Ele basicamente diz que, se você acredita nessas quatro coisas, você não pode não ser budista. Você pode não querer se chamar de budista, mas está andando no mesmo caminho de Buda. Na metade do livro, reconheci que eu era budista e que nunca tinha deixado de ser.Era a segunda tarde das aulas de Norbu em Pune e ele tinha acabado de completar a discussão do primeiro capítulo de O Caminho do Bodisatva."Isso é algo que eu não devia precisar mencionar", ele frisou. "O propósito do caminho é sair da desilusão. Se libertar da desilusão é o chamado nirvana, e é isso. Simples assim. E, quando falamos sobre desilusão, não estamos falando sobre algum mal mítico que existe inerentemente, alguma criatura ou problema que existe externamente… estamos basicamente falando sobre uma ideia enganosa ou um hábito enganoso. E há muitos desses… por exemplo: apesar de tudo que encontramos não ser permanente, sempre consideramos as coisas, consciente ou inconscientemente, permanentes. Isso é um hábito enganoso. Isso pode nos dar uma satisfação temporária, mas, de uma maneira ou de outra, isso sempre nos leva ao desapontamento."Todas as coisas compostas são impermanentes.
Todas as emoções são dor.
Todas as coisas não têm existência inerente.
O Nirvana está além de conceitos.
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