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Abriram logo a pestana com uma subida enorme da ponte da Figueira da Foz — o dia ia mesmo ser agressivo. O João partiu uma cena qualquer da roda passados poucos quilómetros e trocámos o pneu. Por onde passávamos, fazíamos fãs. Um senhor que passou, entendido em bicicletas, parou o carro no meio da estrada só para falar com os rapazes. Ele pensava que eram só uns 50 quilómetros, quando soube que vinham de Lisboa tornaram-se heróis instantâneos.A malta estava mais metódica e pragmática. Parámos menos e eles estavam mesmo focados. No dia anterior devo ter enchido garrafas mais de dez vezes, neste segundo dia já não. Isto já fazia parte deles, como as drogas num gajo do trance.Viajar com ciclistas é como estar numa banda em
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