Antes da saída do ato, a PM tentou interferir no trajeto, propondo que os manifestantes utilizassem a calçada da avenida Faria Lima. “Vocês têm três minutos para se organizarem ou vamos agir”, informou o comando da Polícia Militar. Foto: Vanessa Nicolav/Pavio
O cerco policial impediu que os manifestantes chegassem à casa do prefeito João Doria. Foto: Vanessa Nicolav/Pavio
De acordo com o MPL, 2 mil pessoas participaram do protesto. A GCM fala em 420. Foto: José Eduardo/Pavio
Mais fotos do ato abaixo:
O Movimento Passe Livre organizou um debate sobre “direito à cidade” antes da manifestação. Foto: Vanessa Nicolav/Pavio
Em São Paulo, o aumento da passagem saltou de R$ 3,80 para R$ 4 em todas as modalidades de transporte público. Foto: Vanessa Nicolav/Pavio
Um manifestante é detido após tentar pular as catracas da estação Pinheiros do metrô. Foto: José Eduardo/Pavio
Manifestante é detido por policiais militares. Foto: José Eduardo/Pavio
Desde 2013, o Movimento Passe Livre passou por diversas mudanças e houve uma intensa rotatividade de integrantes. Hoje, o movimento está ainda mais jovem. Foto: Vanessa Nicolav/Pavio
Ente os manifestantes que adotaram a tática black bloc, muitas mulheres. Foto: Vanessa Nicolav/Pavio
Policiais militares revistaram diversas pessoas que passavam pelas ruas próximas à manifestação. Foto: Vanessa Nicolav/Pavio
O ato foi encerrado no Largo da Batata, onde o MPL anunciou que a próxima manifestação será no dia 23 de janeiro. Foto: Luiza Calagian/Pavio
Após o final do ato, um grupo de manifestantes decidiu sair do Largo da Batata e seguir até a estação Pinheiros para um “catracaço”. Foto: Vanessa Nicolav/Pavio
No caminho, vidraças de duas agências bancárias foram quebradas. Foto: Luiza Calagian/Pavio
Prática adotada por grupos de manifestantes após os atos contra aumento da passagem, o “catracaço” ocorre quando diversas pessoas se unem e pulam as catracas sem pagar pela passagem. Foto: Vanessa Nicolav/Pavio