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92 dias sem ela: Alerj vota criação do Dia Marielle Franco

Civil investiga se sala dela na Câmara tinha escutas clandestinas. Projeto de Lei propõe que o dia 14 de Março reforce debates contra o genocídio da mulher negra.
Imagem: Reprodução

Exatos três meses após a morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) irá votar nessa quinta (13), um Projeto de Lei da deputada Enfermeira Rejane (PCdoB-RJ), que propõe no dia 14 de março, o Dia de Luta Contra o Genocídio da Mulher Negra, ou apenas o Dia Marielle Franco.

O texto do PL justifica que a homenagem à parlamentar carioca é que o Dia Marielle Franco signifique como o dia para que instituições públicas e privadas debatam e reflitam sobre o genocídio da mulher negra, como informa o jornal O Globo.

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Assista ao nosso vídeo sobre o assassinato de Marielle Franco:


Também sobre o caso

A Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro (DH-Rio) irá investigar se Marielle foi alvo de escuta clandestina em seu gabinete na Câmara de Vereadores da cidade do Rio.

Segundo informações do jornal O Globo, assessores da vereadora suspeitaram quando placas do teto foram trocados após o recesso de férias coletivas, em fevereiro deste ano. Com isso, a Civil apura se o planejamento da execução de Marielle começou em 2017. Imagens de segurança estão sendo investigadas.

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