Morte ao glitch japonês! Viva o glitch japonês!

Essa coisa do glitch, mesmo sem se ver, está por todo o lado. Caminhamos por exemplo por uma grande superfície comercial e, sem nos apercebermos, estamos a atravessar uma paisagem onde o glitch tem uma potencial presença. Está na máquina de Multibanco que quinou temporariamente por falta de um algoritmo, está nas luzes que assumiram um efeito totalmente imprevisível porque a programação breakou, está nos rodapés dos noticiários porque todas as televisões são igualmente falíveis (e agora há sempre um telemóvel para registar isso).

O glitch serve essencialmente para descrever toda a falha de um sistema que se manifesta de uma forma nem sempre fácil de ser antecipada ou descrita. Dizia Todd Rogers, campeão e senhor de maratonas intermináveis em diversos videojogos, que, depois de dias a malhar no mesmo jogo, então começavam a acontecer os mais estranhos fenómenos. “

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“, Também na música o glitch teve o seu período mais fértil (em labels como a raster-noton, Tigerbeat6 e Shitkatapult), na primeira metade da década passada, mas actualmente é mais incomum encontrá-lo na sua forma pura. Referi-lo é também um pouco démodé. Phenomena post punk Phenomena Phenomena post punk post punk bass post punk
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