Seattle Seahawks
são campeões do mundo de futebol… americano. O argumento que justifica o nome dado aos campeões nacionais nos EUA em cada uma destas categorias é também defensável para fundamentar a convicção de que serão portugueses os imperadores universais incontestados na disciplina da sueca (e parece que são mesmo). Ainda assim, as competições internacionais de basquete encarregam-se de, volta e meia, nos contar uma ou outra piada gira que, sendo a excepção que confirma a regra da supremacia, dá vontade de rir na cara do inevitável etnocentrismo (lê-se “fanfarronice”) norte-americano em relação a este desporto. Como óptimos sketches cómicos, relembremos a derrota de 2006 aos pés da Grécia ou a final olímpica de ‘72, um dos melhores thrillers sobre a Guerra Fria alguma vez escritos. Em 2003, o Sporting Kansas City ganhou a MLS Cup, mas ninguém se lembrou de coroá-los como campeões do mundo de futebol, vá-se lá saber porquê. Parece que eles não ligam muito ao soccer.
O MOMENTO BARTMAN
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O J.D. SALINGER DO DESPORTO Foi o que lhe chamaram — a metáfora é forçadíssima, mas tem a sua graça. Mudou de casa, de emprego, de vida, Steve Bartman desapareceu do mapa. Tudo o que dele restou foi a memória do fatídico jogo e foi sobre ela que se fizeram as danças mais macabras. Um dono de um restaurante comprou a bola em leilão por cerca de 113 mil dólares, a um espertinho que no meio da confusão conseguiu agarrá-la do chão. “É como o anel d’O Senhor dos Anéis e nós somos como o Frodo, a tentar ultrapassar isto”, disse o novo dono. E por isso l ançou uma mini-festa para rebentar a bola em público e, ao arrepio das sensibilidades da ASAE, destilou parte dos restos para fazer molho de tomate. A outra metade dos restos continua exposta no restaurante. Ah, e conseguiu aumentar os lucros em 20 por cento. um episódio de Law & Order uma rábula em Family Guy daquela maneira Catching Hell ,
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O J.D. SALINGER DO DESPORTO Foi o que lhe chamaram — a metáfora é forçadíssima, mas tem a sua graça. Mudou de casa, de emprego, de vida, Steve Bartman desapareceu do mapa. Tudo o que dele restou foi a memória do fatídico jogo e foi sobre ela que se fizeram as danças mais macabras. Um dono de um restaurante comprou a bola em leilão por cerca de 113 mil dólares, a um espertinho que no meio da confusão conseguiu agarrá-la do chão. “É como o anel d’O Senhor dos Anéis e nós somos como o Frodo, a tentar ultrapassar isto”, disse o novo dono. E por isso l ançou uma mini-festa para rebentar a bola em público e, ao arrepio das sensibilidades da ASAE, destilou parte dos restos para fazer molho de tomate. A outra metade dos restos continua exposta no restaurante. Ah, e conseguiu aumentar os lucros em 20 por cento. um episódio de Law & Order uma rábula em Family Guy daquela maneira Catching Hell ,
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