Imagem: Reprodução/MTST.
Os três ativistas do Movimento de Trabalhadores Sem Teto (MTST) presos durante a greve geral foram soltos na última quinta-feira (4). A detenção foi avaliada pelo desembargador Otávio de Almeida Toledo, que aceitou o pedido de habeas corpus da defesa dos militantes.
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Luciano Antônio Firmino, Ricardo Rodrigues dos Santos e Juracy Alves dos Santos tiveram prisão preventiva decretada no domingo (30) pela juíza Marcela Filus Coelho, depois de serem acusados de tentativa de incêndio, explosão e incitação ao crime durante manifestação na avenida José Pinheiro Borges, em Itaquera, na Zona Leste de São Paulo.
Leia mais: Militantes do MTST continuam presos no Centro de Detenção Provisória de São Paulo
Os militantes foram transferidos do 63º Distrito Policial da Vila Jacuí para o Centro de Detenção Provisória (CDP) da Vila Independência, na zona Leste, na terça-feira (2). Após pedido da defesa, sob argumento de risco para os militantes, eles foram transferidos para a unidade de Tremembé, no interior de São Paulo, como informa a Rede EBC.
Em sua decisão, o desembargador Otávio de Almeida Toledo informou que a ação dos ativistas “não representa qualquer risco à ordem pública” e que “a prisão preventiva seja desproporcionalmente severa”. Os militantes devem comparecer periodicamente em juízo e ficam proibidos de sair do estado de São Paulo sem autorização da Justiça.
O movimento social considerou a prisão dos três militantes como “política”. Segundo o MTST, basear prisões unicamente em depoimentos de policiais é um tipo de conduta bastante comum na Justiça brasileira, como o caso de Rafael Braga.
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