ciencia

Esta é a cor mais mortífera do Mundo

Um mini-documentário da plataforma TED-Ed explica a história dos pigmentos venenosos.
24.5.17

Este artigo foi originalmente publicado pela nossa plataforma Creators.

Já alguma vez pensaste porque é que associamos envenenamento à cor verde? Talvez seja porque, no século XVIII, os pigmentos verdes sintéticos eram feitos com arsénio, um químico que mais tarde seria ligado a doenças cancerígenas e cardíacas. Esta é apenas uma das histórias contadas num novo vídeo de animação com a chancela TED-Ed, sobre as cores mortíferas (vê vídeo abaixo). J. V. Maranto, professor e colaborador regular da plataforma TED-Ed, é o responsável por esta palestra de cinco minutos sobre os elementos potencialmente letais, ligados a antigos pigmentos sintéticos.

A animação do vídeo está a cargo de Juan M. Urbina, produtor colombiano que, recentemente, trabalhou na série original Netflix, Legend Quest. Com a ajuda das magníficas ilustrações de Urbina, Maranto explica de que forma químicos tóxicos como o chumbo, arsénio, ou óxido de urânio chegaram a produtos de consumo massivo, como o papel de parede, brinquedos, doces tintas, ou louças de cerâmica.

No final do vídeo, Maranto diz que, apesar de ocasionalmente ainda podermos encontrar alguns problemas com corantes alimentares sintéticos, a ciência ajudou a eliminar a maior parte das cores venenosas das nossas vidas. O que não significa que todos os pigmentos sejam completamente seguros hoje em dia. É preciso não esquecer que o Vantablack, da nanoSystems, o preto mais preto alguma vez feito, pode alegadamente afectar orgãos humanos a ele expostos.

Vê mais palestras TED-Ed no YouTube.


Segue a VICE Portugal no Facebook, no Twitter e no Instagram.

Vê mais vídeos, documentários e reportagens em VICE VÍDEO.