Esta nota será atualizada conforme novas informações.
Na tarde desta terça (11), um homem abriu fogo na Catedral Metropolitana de Campinas, localizada na praça José Bonifácio, no Centro da cidade. O atirador alvejou os fieis que participavam de uma missa. O suspeito se suicidou em frente ao altar.
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Por volta das 17h30, o Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior 2 divulgou que Euler Fernando Grandolpho, de 49 anos, foi o autor dos disparos. Segundo o UOL, Grandolpho morava em Valinhos e não tinha nenhum antecedente criminal. Ele foi alvejado por tiros da polícia e, em seguida, se matou.
Com as informações confirmadas pelas corporações que estão atendendo no local e que até o momento, cinco pessoas foram mortas e outras três pessoas ficaram feridas e foram levadas aos hospitais Mário Gatti e Hospital de Clínicas (HC) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Os corpos das vítimas e feridos ainda não foram identificados.
Na tarde de quarta (12), foi confirmado que a última pessoa que estava gravemente ferida, faleceu após uma cirurgia. Heleno Severo Alves, de 84 anos, era aposentado e estava na missa. A outras vítimas, Sidnei Vitor Monteiro, José Eudes Gonzaga, Cristofer Gonçalves dos Santos e Elpídio Alves Coutinho foram mortas dentro da igreja.
O Corpo de Bombeiros relatou ao portal G1 que o suspeito teria entrado na Catedral com uma pistola e um revólver calibre 38 e se matado após os tiros contra os fieis.
A princípio, houve uma suspeita de assalto na região, por abrigar um centro comercial aos redores da igreja. Houve tumulto e lojas foram fechadas. O prefeito de Campinas, Jonas Donizette contou à Rádio Bandeirantes que irá decretar três dias de luto.
O jornal O Globo publicou que Euler trabalhava como analista de sistemas. Com a apuração dos fatos sobre Euler, a Polícia busca por mais evidências que possam sinalizar as possíveis motivações do crime. Segundo a Folha, era um homem de família católica e que sofria havia vários anos com depressão.
O setor de Homicídios de Campinas encontrou um diário do atirador com um trecho que faz menção ao massacre no Ceará e outro em Realengo. O órgão apreendeu um tablet, dois gravadores, dois computadores e outros objetos pessoais para compor a investigação.
O padre Amaury Thomazz afirmou que foram 20 tiros, antes de Euler tirar a própria vida. O delegado que acompanha o caso, José Henrique Ventura contou à Agência Brasil que o atirador estava uma pistola e quatro carregadores.
Matéria atualizada às 16h56 de quarta (12).
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