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Em 2009, também pela A Special Thing Records —clichédos clichés, o título nãoéde todo enganador —, Tompkins lançou Freak Wharf, que, como oálbum seguinte, começa com uns quantos minutos de improviso, algo em que eleéexímio (éum reflexo do quão bom e talentoso eleéqueébom a improvisar riffs, dizer coisas que lhe vêmàcabeça, o que ele faz nos monólogos do Pod F. Tompkast, mas também a contar histórias e piadas que foram meticulosamente pré-escritas e ainda a improvisar como personagens, entre muitos outros talentos; basicamente, eleébom em tudo), masémuito menos virado para a vida pessoal dele e mais para generalidades sobre o mundo. Tambéméóptimo (e o bit que lhe dáo nome, sobre o quão ridículo e longe da realidade estáum livro anti-droga dos anos 70 chamado Go Ask Alice,éinacreditavelmente bom), mas nãoétão profundo. Não deixa, ainda assim, de ser uma boa olhadela para dentro de uma das mais brilhantes mentes cómicas dos dias de hoje.