FYI.

This story is over 5 years old.

Escute a Coletânea de Bass do Coletivo Solta

Primeira compilação lançada pelo coletivo, ‘A Nossa Música #1’ está repleta de funk, trap, e tem até um “sampley de guitarra”.

Depois de alguns singles e EPs, o Solta lança a sua primeira coletânea, que reflete em essência o objetivo do coletivo: dar visibilidade a novos e "pequenos produtores como nós, que possuem grandes produções", como nos contou Fernando Simões (ou Golden Kong), DJ que fundou o Solta ao lado de Rafael Hysper e Lucas Marim (Kill The Bass).

O trio, que planeja criar uma festa do coletivo, juntou uma dúzia de artistas para montar o A Nossa Música #1, que é uma reflexão da música urbana desde a primeira faixa: "Estação Osasco", do próprio Kill The Bass. A compilação gira em torno da bass music, de vez em quando tomando uns caminhos inesperados e surgindo com uma influência de dance mais forte, como na mistura de hip-hop, ritmos baianos e "sampley de guitarra" (sim, o próprio), na versão que o SLy fez de "Crank That", do Soulja Boy.

"Ver esses artistas na mídia, nas playlists do público e ver cada vez mais festas com DJS que produzem e não somente que apertam play é muito gratificante e animador, estamos dando valor e importância para artistas, isso tem um valor sem igual", arremata Rafael. Ouça a coletânea abaixo:

Depois de alguns singles e EPs, o Solta lança a sua primeira coletânea, que reflete em essência o objetivo do coletivo: dar visibilidade a novos e "pequenos produtores como nós, que possuem grandes produções", como nos contou Fernando Simões (ou Golden Kong), DJ que fundou o Solta ao lado de Rafael Hysper e Lucas Marim (Kill The Bass).

O trio, que planeja criar uma festa do coletivo, juntou uma dúzia de artistas para montar o A Nossa Música #1, que é uma reflexão da música urbana desde a primeira faixa: "Estação Osasco", do próprio Kill The Bass. A compilação gira em torno da bass music, de vez em quando tomando uns caminhos inesperados e surgindo com uma influência de dance mais forte, como na mistura de hip-hop, ritmos baianos e "sampley de guitarra" (sim, o próprio), na versão que o SLy fez de "Crank That", do Soulja Boy.

"Ver esses artistas na mídia, nas playlists do público e ver cada vez mais festas com DJS que produzem e não somente que apertam play é muito gratificante e animador, estamos dando valor e importância para artistas, isso tem um valor sem igual", arremata Rafael. Ouça a coletânea abaixo:

Siga o THUMP nas redes Facebook // Soundcloud // Twitter.

Siga o THUMP nas redes Facebook // Soundcloud // Twitter.