Mais Sabotage do que nunca

Mais Sabotage do que nunca

Nos catorze anos de morte do Maestro do Canão, o tradicional tributo ao rapper levou mais uma vez manos e minas de toda São Paulo ao Brooklin para celebrar a memória de uns dos nomes mais importantes do rap nacional.
3.2.17

Dia 25 de janeiro. Enquanto o resto da cidade comemorava os 463 anos da cidade de São Paulo, as ruas do Brooklin tinha uma festa a mais para celebrar: foi a 13ª edição do tradicional Tributo ao Sabotage no Canão, que anualmente homenageia a memória daquele que ainda é tido como um dos nomes mais importantes do rap nacional, mesmo tendo passado catorze anos da sua morte, em 24 de janeiro de 2003.

Apesar de acontecer todo ano, o tributo ao Maestro do Canão ganhou outra cara após o lançamento do seu disco póstumo, que saiu em outubro de 2016 depois de onze anos de trabalho coletivo de Ganjaman com Tejo Damasceno e toda uma equipe de produtores e músicos envolvidos no processo. Foi notável como o número de pessoas cresceu, se comparado ao evento de 2016, no qual o Noisey também colou e também fez uns registros. Mais manos e minas, de todas as idades e de várias quebradas de São Paulo (e até de outras cidades) foram pra lá pra lembrar um pouco do Sabota e curtir um dia inteiro de rap no evento, que contou com atrações de grupos locais pouco conhecidos e também com grandes nomes do rap nacional, como Rappin' Hood, Zafrica Brasil e Sandrão (RZO).

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Essa edição do Tributo deixou mais evidente que nunca que o Sabota continua influenciando gerações para além do seu tempo em vida. Além do seu penteado, podia se ver também várias tatuagens com o seu nome ou com o seu rosto estampadas por todos os lados na festa, tanto em fãs que chegaram a vê-lo vivo quanto em fãs que só conhecem o Maestro do Canão por meio das suas rimas.

O fotógrafo Jardiel Carvalho fez umas fotos  pra nós e capturou um pouco desse clima de homenagem e saudosismo do evento, saca só abaixo: