Tributo ilustrado a Prince
Illustration by Dave McCaig

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Tributo ilustrado a Prince

Uma colecção de ilustrações de vários artistas que pretende prestar homenagem ao único e incomparável Prince Rogers Nelson.
27.4.16

Este artigo foi originalmente publicado na VICE USA.

Esta é uma pequena compilação de homenagem a Prince Rogers Nelson em forma de desenhos e pinturas. As pessoas demonstram o seu pesar de várias formas. Enquanto artista, sempre processei estes sentimentos de dor e tristeza através do desenho. Aqui junto algumas ilustrações feitas por outros artistas. Espero sinceramente que ajudem a dar algum conforto a todos os que o adoravam.

Kristian Antonelli "A única coisa que sei é que Prince tem sido a minha inspiração desde os meus 13 anos".

Rob Corradetti

"'Computer Blue' sempre me pareceu uma das músicas mais estranhas e experimentais de Prince. A versão original ao vivo tinha mais vozes, mas a do álbum acaba por ter menos voz e mais riffs de guitarra. Parece-me sempre que estou a ouvir o som de gente do futuro. A letra diz 'Where is my love life? / Where can it be? / There must be something wrong with the machinery!'. É uma canção que parece captar toda a angústia e frustração que advém da busca por um amor num Mundo frio e distante, ao mesmo tempo que aborda os mesmos temas do isolamento e evolução espiritual de Purple Rain".

Adam Villacin

"Prince sempre foi um músico virtuoso e com um sentido incrível de espectáculo. Sempre esteve muito desperto e sempre foi uma voz poderosa e presente na comunidade negra e foi isso que eu quis assinalar nesta peça".

Maya Wild "Para mim e para tanta gente, Prince sempre foi uma constante, uma espécie de guia, carregado de força, de coragem e atrevimento, de energia inesgotável, de sexualidade e criatividade. Ou o adoras, ou o detestas… e se o adoras, normalmente também adoras as pessoas que o sentem como tu. Nada se compara a Prince".

Julia McGrady "Prince era A cena". Acho que não sou suficientemente cool para falar sobre ele".

Aaron Dana

"Ninguém fez melhor do que ele".

James Turek

"Queria que o desenho reflectisse um aspecto um bocadinho subvalorizado e que se esconde por trás da sua gigantesca persona mediática - um artista único e sensível que, provavelmente, passou horas e horas sozinho no estúdio. Deixa de lado por uns instantes os grandes êxitos que o tornaram uma estrela global e pensa: que tipo de pessoa podia reclamar para si a cor púrpura, vestir-se como um mosqueteiro em ácidos, conduzir uma mota alucinada, escrever 'Batdance' e ainda fazer parte do Record Store Day pouco antes de morrer? A resposta é: um indivíduo extraordinário, cuja morte é nada menos que uma tragédia absoluta".

Nicholas Gazin

"Desenhei a capa de Dirty Mind, o meu disco favorito de Prince".

Perry Shall

"Era o músico e artista mais natural que por aí andava. Tocava guitarra como se não fosse nada. Era como uma espécie de forma de comunicação - como falar. Sempre o coloquei, juntamente com Michael Jackson e James Brown, no meu Top 3 de artistas de todos os tempos. Agora está lá com eles, ou algo do género".

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