Estes lisboetas não enganam.
O blues anda por aqui.
Pop Collection apresenta-se bastante tímido naquilo que era suposto fazer bem.
Ainda vamos em Janeiro, mas este disco há-de rodar até depois de Dezembro.
Olhos no futuro, sem medo e com este disco na mão.
O que há aqui para não amar?
Pouquíssimos vislumbres daquilo que nos faz adorar os Black Flag.
Pop simpático e refrões cantáveis.
Perigosamente próximo do emo.
As vozes estão a mais, mas não deixa de ser uma boa estreia rock.
Ritmos pop com leves pitadas de psicadelismo.
A interrupção voluntária do orgasmo.