A madeira e o metal simbolizam as componentes de algumas destas canções.
O caminho entre Portugal, Brasil e Cabo Verde.
Se isto vos escapou, tentem não ficar ofendidos convosco próprios.
Comer panquecas até chegar ao disco certo.
Canções ambíguas e cheias de elegância.
Ritmos pop com leves pitadas de psicadelismo.
Dado como morto na pop, mais vivo do que nunca na música “out”.
Sintetizadores como arma secreta.
Canções redobradamente bravas e contemplativas.
Mistura de tecidos musicais numa experiência hiper-cafeinada.
Um disco conceptual sobre o medo de um tempo distorcido.
Equações pop para comprovar o génio de R. Stevie Moore.