O Grande Gole: Minha Primeira Vez Engolindo

Nos meus quase 27 anos neste planeta, eu não tinha ingerido o sêmen de um homem nem uma única vez.

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27 Novembro 2012, 7:18pm

"Você nunca engoliu?"

Os três pares de olhos mais incrédulos que eu já vi me miravam. Nos meus quase 27 anos neste planeta, eu não tinha ingerido o sêmen de um homem nem uma única vez. Eu sou muito boca aberta e também o tipo de pessoa que tem inclinações sexuais que a maioria das pessoas consideraria pervertidas. E, ainda assim, eu nunca tinha tomado leitinho.

"Sei lá", eu disse, olhando pra minha cerveja. "É como com ostras ou algo desse tipo. A textura apenas me enoja, o líquido é grosso e parece ovo cru. Eu cuspo."

Meus companheiros de jantar explodiram em gargalhadas. O que era tão engraçado?

"Isso é bom", disse Noah, enxugando as lágrimas dos seus olhos, "mas o que eu estou prestes a te mostrar vai mudar a sua vida".

Ele derramou a água em um copo.

"Isto", disse ele, levando o copo aos lábios, "é você procurando algum lugar pra cuspir".

Ele tomou um gole da água, inclinou a cabeça pra trás num ângulo de 45 graus e projetou sua mandíbula inferior pra fora, ao mesmo tempo em que franzia sua testa fingindo desgosto. Não foi bonito de se ver.

Ele engoliu a água, me olhou sério e disse: "Agora imagine uma mulher nua que está correndo pro banheiro fazendo essa cara."

Todo mundo ficou em silêncio por um momento antes da Ainslie berrar: "Isso, meus amigos, é por isso que eu nunca cuspo!" E todos nós nos acabamos de rir.

Eu nunca amei a ideia de engolir sêmen. E estaria mentindo se dissesse que não é implicância minha. Se um cara simplesmente espera ter seu sêmen ingerido, então eu simplesmente não vou cumprir essa expectativa. Além disso, não acho que engolir deva ser uma condição prévia de chupar um pau.

Isso não quer dizer que eu tenha algo contra porra. Acho beleza. Na minha barriga, na minha bunda, na minha vagina, a porra é o melhor acessório da nudez. Também não tenho nada contra engolir. Tudo bem. Se você quiser engolir, então te desejo muitos copos de porra pra saborear até o fim de seus dias.

Mas depois que o Noah fez aquela humilhante imitação da cuspida, resolvi engolir na próxima vez que fizesse um boquete. Se consegui superar o meu medo de altura pulando de paraquedas numa montanha na Suíça, o que é um golinho de porra, né, pessoal?

Poucos dias mais tarde, encontrei-me entre as pernas do meu namorado. Só conseguia pensar em engolir. Eu sabia que estava chegando. Dava pra perceber pelo jeito que ele estava apertando a bunda que ele estava perto de gozar. Será que eu teria ânsia de vômito quando a pasta grossa atingisse o fundo da minha garganta? Devo beijá-lo depois? Foi tão bom pra minha pele?

"Porra!", ele gritou. Um líquido quente escorria na minha boca. Foi a primeira vez que eu deixei ele gozar enquanto meus lábios ainda estavam em volta do seu pau.

Levantei e sacudi a cabeça pra trás. Num movimento fluido engoli em seco o seu resultado como se fosse uma dose de tequila. E... É bom. Tinha gosto de... Nada. Me senti... Normal. Será que... Minha pele melhorou?

Caí na cama ao lado dele em acessos de risos, imaginando o Noah no restaurante fazendo sua demonstração da cuspida.

"Que foi?", ele olhou pra mim. "Por que é engraçado? O que eu fiz? Tem alguma coisa errada?"

Provavelmente não era o melhor momento pra rir. Virei pra ele e o beijei, ainda meio sorrindo.

"Ah não, não é nada com você." Eu o beijei de novo pra deixar claro. "É uma história engraçada, na verdade."