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​Fotos da Marcha Trans* da Semana do Orgulho Gay em Toronto

Milhares de pessoas trans e simpatizantes tomaram as ruas do centro de Toronto.

por Sierra Bein e Jackie Hong, Fotos por Jackie Hong
02 Julho 2015, 10:30am

No final de semana passado, milhares de pessoas trans* e simpatizantes tomaram as ruas do centro de Toronto como parte das celebrações da Semana do Orgulho Gay da cidade. A Parada Gay da cidade ficou conhecida como uma das maiores do mundo, atraindo uma multidão neste ano apesar do tempo feio. E, com a legalização recente do casamento gay nos EUA, a festa deste ano tinha uma alegria extra.

(O asterisco em trans* significa que o termo inclui outras pessoas não binárias. "Binário é para computadores", afinal de contas.)

Antes de a marcha trans* começar, muitos se reuniram para uma cerimônia de homenagem informal. As pessoas prestaram seus respeitos àqueles que morreram com nomes falsos e cujas verdadeiras identidades foram esquecidas. Alguns meses atrás, a comunidade trans* de Toronto se reuniu para lamentar a morte de Sumaya Dalmar, que morreu em circunstâncias misteriosas. Algumas pessoas nos EUA têm chamado a onda recente de mortes na comunidade trans de "epidemia".

Porta-vozes e intérpretes de linguagem de sinais compartilharam algumas dessas histórias antes de se começar a caminhada com percussão, gritos de guerra e animação.

Todo ano, a Semana do Orgulho Gay é preenchida com eventos e festas para celebrar a diversidade de identidade, gênero e sexo, além de se tentar ultrapassar os limites geralmente associados a isso. Nos últimos anos, em particular, a visibilidade das comunidades trans* teve um aumento significativo, com celebridades, como Caitlyn Jenner, Laverne Cox e Laura Jane Grace, chegando às manchetes. Houve até quem mencionasse Jannicet Gutiérrez, a mulher que falou pelos direitos de imigrantes LGBTQ na Casa Branca na semana passada. No show no final do dia na Yonge-Dundas Square, um porta-voz, de maneira marcant, afirmou: "Este tem sido um bom ano para as pessoas trans* – se é que podemos dizer isso".

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Tradução: Marina Schnoor