Braids

Depois de formar a banda em Calgary durante o fim colegial, os quatro membros do Braids viraram as costas para o ensino superior. Em vez de entrarem em faculdades, eles concentraram sua energia coletiva pra fazer música e explorar o período potencialmente desconfortável entre a adolescência e a independência com uma serenidade vigorosa.

Desfazendo-se do nome inicial um tanto estranho, The Neighbourhood Council, em algum momento entre seu percurso de Calgary até sua nova cidade de Montreal, o Braids adotou sua liberdade recém-adquirida e se permitiu crescer, se transformar e virar a banda que sempre quis ser. Com o lançamento do primeiro álbum no começo desse ano, o auto-produzido Native Speaker, pelo selo Flemish Eye no Canadá e pelo Kanine nos EUA, parece que os membros do Braids estão cada vez mais confortáveis com sua condição, sem negar a si mesmos a fluidez para continuar evoluindo.

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Desde sua formação em 2006, o Braids já recebeu bastante atenção positiva, tanto da mídia quanto de outras bandas, começando pela ovação liderada por Bradford Cox, do Deerhunter, e um artigo no blog de música Stereogum. Apesar da irritação com as constantes comparações com o Animal Collective, esse link realmente faz sentido se considerarmos a abordagem rica em camadas e experimentalmente inclusiva do Braids em relação à instrumentação e ao som. Uma segunda similaridade surge quando os quatro membros do Braids – Raphaelle Standell-Preston, Austin Tufts, Katie Lee e Taylor Smith – falam da forte amizade e ligação entre eles.

Os vocais dinâmicos da vocalista e guitarrista Standell-Preston lembram os da cantora Björk em seus uivos fortes e seduções discretas. Ela parece ser uma jovem com sede de experimentar tudo o que seu novo mundo tem a oferecer – a oportunidade de escolher, pela primeira vez, quem você é, o que você quer e o que você vai fazer em relação a isso.

Para mais Braids acesse Noisey.

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