Interpol

Desde que o Interpol apareceu na cena musical em 2002 com o álbum Turn on the Bright Lights, eles vêm cativado o público com seu rock sombrio e sedutor.

Durante esses nove anos vimos a banda crescer e desenvolver a estética inicial presente naquele primeiro disco, evoluindo seu som singular para incorpor uma gama de influências musicais em constante mutação, e de alguma forma continuando a soar como eles mesmo—um verdadeiro testamento da força e da clareza da visão criativa da banda.

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No álbum mais recente, Interpol, que saiu em setembro do ano passado pela Matador Records, eles apresentam um som altamente sofisticado e maduro que mostra o quanto eles se voltaram para dentro de si mesmos nos último anos. O disco surge como uma obra definitiva na carreira da banda, um fato refletido na escolha do nome. Eles também optaram por atualizar seu visual estético com um novo logo animado desenhado por David Calderley e pelo vocalista Paul Banks (que apresenta uma pedra monolítica com o nome da banda flutuando no espaço), e um vídeo clipe inspirado no oculto para o single “Lights”, dirigido por Charlie White.

A banda também seu uniu a nós e a um grupo seleto de artistas para criar uma experiência musical única para sua apresentação no Coachella deste ano.

Numa rara entrevista íntima (acima) com os membros do Interpol Paul Banks (vocal e guitarra) e Daniel Kessler (guitarra), discutimos o processo criativo da banda e descobrimos os traços distintivos que fazem deles uma força criativa a ser reconhecida.

Para mais Interpol acesse The Creators Project.

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