Future Islands

Provenientes de Baltimore, Maryland, o Future Islands é um power-trio enraizado na Wham City, a famosa fábrica de música/arte/vídeo. Como os outros cidadãos da Wham City – Dan Deacon, Video Hippos – o Future Islands faz música animada, cacófona e cheia de synths, que bebe de toda a gama de vibes, de uma escuridão mortificante até uma empolgação alegre. Pense em Joy Division, se o Joy Division quisesse que você cheirasse como o suor de todos a sua volta.

A banda se conheceu e se formou enquanto seus membros estudavam arte na East Carolina University, em Greenville. Sua primeira produção foi um conjunto de cinco músicas por Herring, J. Gerrit Welmers, William Cashion, Adam Beeby e Kymia Nawabi. Eles se apresentaram como Art Lord & the Self-Portraits, e durou de fevereiro de 2003 até o outono de 2005, que é mais ou menos o quanto uma banda com um nome desses deve durar. Um ano depois, Cashion e Welmers se juntaram a Erick Murillo, que trouxe batidas precisas de drum machine na mistura para ajustar o som decididamente eletrônico da banda. Eles reemergiram como o Future Islands, e estão mandando uma constante provisão de samples de batidas eletro-caribenhas e de técnicas de dancehall desde então.

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Ao vivo, o Future Islands tem um talento único para jogar qualquer membro vivo do público na pista com uma música ou duas. Os vocais de Samuel T. Herring parecem um Nick Cave com uma gripe brava, ou um urso nervoso zoando da cara de reféns em um assalto a banco. As letras que ele berra são igualmente chamativas. Herring canta músicas com personagens, histórias e profundidade emocional real, e tem num senso natural para a teatralidade que é sempre presente em seu estilo singular de performance. Sua música é caracterizada por uma atenção ao detalhe, uma abertura a novas possibilidades sonoras e uma empenhada resistência à categorização.

Para mais Future Islands acese Noisey.

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