Empilhando guitarras saturadas sob guitarras saturadas, os grungistas de Quebec No Joy produzem o tipo de riffs sem frescuras que a fraca cena nu-gaze precisa. Vimos o No Joy na Casa Del Popolo, com um público literário alimentado pelos pratos do café vegetariano ao lado. Já que todos em Montreal são atraentes, a banda podia se sentir em casa.
Quando seu primeiro álbum, Ghost Blonde, chegou aos HDs e aparelhos de som em 2010, o fez em uma abundância de hype quase inigualável. Obviamente, o álbum manteve os ouvidos dos críticos e público vibrando contentes, e enxurradas de elogios arrastaram a banda do estúdio para a estrada para turnês antecipadas com Wavves e Best Coast.
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A banda originalmente se formou por email quando Jasmine White-Gluz e Laura Lloyd estavam dividindo seu tempo entre Montreal e Los Angeles. Eles desenvolveram um som que reflete e mistura as duas estéticas divergentes dessas cidades – pegue, por exemplo, as duas mais concorridas bandas de cada cidade , Arcade Fire e No Age, e os imagine em uma guerra de gangues. Enquanto isso, tem uma gatinha piscando pra você enquanto manda ver uma barulheira na guitarra. O No Joy toca música com estruturas melódicas em um tempo em que guitarras repetitivas e grandes badernas sonoras estão na moda. Eles são a banda que os geeks de música não estavam esperando.
Para mais No Joy acesse Noisey.
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