GEOPOLÍTICA DAS COPAS

O colunista Fernando Cesarotti destrincha a politicagem por trás da maior competição futebolística do mundo.

O colunista Fernando Cesarotti destrincha a politicagem por trás da maior competição futebolística do mundo.

Com mais grana, próximas Copas tendem a ter futebol ainda mais burocrático

Interesses bilionários devem aumentar o número de jogos competitivos e reduzir ou quase acabar com os amistosos, o que dará menos tempo e espaço para experimentos dos técnicos das seleções que já pouco arriscam.

Fernando Cesarotti

A história política da Croácia vai muito além dos rótulos simplistas

Um passado de guerras e um presente com sinais de xenofobia marcam seleção às vésperas de sua primeira final de Copa.

Fernando Cesarotti

Luxo, tretas e trabalho escravo: como será Catar-2022, a Copa-ostentação

Por trás da riqueza, o país tenta se afirmar diante dos vizinhos maiores e mais velhos.

Fernando Cesarotti

Como a Copa de 2018 explica o nacionalismo do século 21

Dos astros da França aos suíços albaneses, os imigrantes do torneio futebolístico são como microcosmos de como nosso planeta se organiza.

Fernando Cesarotti

Como a Copa sempre serviu para brasileiros fazerem politicagem

De 1930 para cá, militares, presidentes, cartolas e jornalistas nunca deixaram de usar o torneio como ferramenta política.

Fernando Cesarotti

O peso político da camisa de Messi

Em meio à crise, Argentina e Papa Francisco anseiam por uma conquista esportiva que deixe o clima do país mais leve. A responsabilidade, é claro, cai no colo do seu inconstante craque.

Fernando Cesarotti

Por que a goleada na estreia da Copa foi importante para Putin

Numa abertura marcada pela ausência de líderes mundiais, chefe russo conseguiu emplacar dentro e fora dos campos o estilo de vida que aprecia.

Fernando Cesarotti

A Copa de 2018 será um campeonato de democracias imperfeitas

Apenas nove países que jogarão na Rússia vivem num sistema democrático pleno – e o Brasil, claro, não é um deles.

Fernando Cesarotti