A cena de música experimental em São Paulo encontrou, nos últimos anos, um equilíbrio confortável para seus poucos participantes. Com os festivais que dela surgiram – como o Festival de Música Experimental (FIME) e o Festival de Música Estranha – e as pequenas casas que acolhem esse tipo de shows já estabelecidas, não há muito espaço para a novidade. Querendo ou não, a música experimental na definição mais estreita do termo (que acopla o noise, o drone, gravações de campo e abordagens do ruído em geral) continua sendo um gênero de nicho, e é de se esperar que este chegue ao teto de seu potencial de crescimento em algum momento. Não é sempre, afinal, que novos espaços se abrem a esse tipo de linguagem.
Mas um projeto de ampliar esses espaços foi tirado da gaveta em 2017. Idealizado por Frederico Finelli, cabeça da agência de booking de shows Norópolis e do selo Submarine Rec, e por Angela Novaes, à frente da produtora Brava, o projeto Exploratório, entusiasta das linguagens e abordagens experimentais, dá as caras no Sesc Pinheiros nessa quarta (8).
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