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CCDB: Não é verdade esse "ainda não foi publicado". Eu próprio já publiquei os meus livros para leitura on-line em meu site, na seção CCDB Livros. Essa publicação tapa a boca dos editores e os põem no devido lugar: não somente abaixo do autor, onde devem ficar, mas também abaixo do editor que me tornei com essa publicação. Ela serve, outrossim, para que editores sérios tenham acesso ao livro. Serve de desafio para a quebra do sistema opressivíssimo dos editores sobre os autores, que exigem destes coisas impossíveis: como eu poderia, sem recursos ou até com eles, enviar cópias impressas de Géa a uma editora? São milhares de páginas, e só a leitura integral transmite a Mensagem, que se acha por detrás do texto! Se você ler "California Sunshine" num pacote de pílulas laranja de LSD não saberá o que é uma viagem lisérgica. Pra saber você tem de engolir a pílula e sentir na alma o resultado. Géa é a mesmíssima coisa. Por isso o meu site não pode, nem site algum poderá jamais explicar, o que é Géa a editor ou a futura leitora, futuro leitor algum. Os livros sagrados têm de ser lidos para se saber o que contêm. Géa é um livro sagrado.E não escrevi somente Géa. O livro chamado ")que(" tem só trezentas e uma páginas e aceito que editores cortem parte do texto - desde que de comum acordo comigo, bem como que reduzam o formato. Isso não aceito em Géa, mas nesse livro e em Geínha - a série infanto-juvenil que os adultos também adoram ler - aceito. O livro ")que(" também contém mensagem, foi escrito de um jato feito Mozart com suas músicas, e a linguagem é a mais acessível de todas. Os editores podem começar com o autor "iniciante" que quiserem, se publicarem o livro ")que(" - isso está ofertado a eles na página de meu site que apresenta esse livro.
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Sim, escrevi We, Mutantes sobre nós, Mutantes. Sim, estou ajudando o meu amigo Jeff McCarty a criar o filme Bread & Circuses sobre nós, Mutantes. Mas se ajudo Jeff, a ponto de ele me dizer que porá meu nome nos créditos INICIAIS do longa-metragem, em vez de nos créditos finais que quase ninguém lê, meu irmão caçula atrapalha. Sérgio não aceita me ver em posição superior e negará o que eu disser e destruirá o que eu fizer, para não me ver acima dele. Ao escrever We, Mutantes, não me pus acima; sim, no mesmo nível, no status de Mutante, porque, como afirmei, tecnologia é tão importante quanto música e, sem minha tecnologia, "Los Mutas nunca teriam saído do quintal da Rua Venâncio Ayres", como afirma Rita Lee. A prova de que Sérgio não aceita me ver em destaque é não só ter colidido de frente com o roteiro que Jeff e seu co-autor Steven Kedrowsky criaram e comigo desenvolveram, como a não-autorização de que eu publique o livro We, Mutantes, porque leu nesse livro, capítulo sobre o automóvel Lorena que eu pintei para ele, coisas que eu não escrevi, não subentendi e nem sequer insinuei. Para o filme sair, falta o Jeff obter financiamento e falta Sérgio, Lucinha+Arnaldo e Rita Lee aceitarem o roteiro - portanto, falta algo que talvez jamais ocorra. We, Mutantes foi escrito por sugestão do Jeff, para ser lançado com o filme supramencionado. Relutei em aceitar a sugestão de Jeff, pois já descartara sugestões repetidas anteriores para que escrevesse um livro sobre Os Mutantes (ou Mutantes), feitas pelo próprio Sérgio - eu sabia que Sérgio encrencaria com muita coisa, senão com tudo, e isso me faria sofrer - eis um dos motivos para que eu não tenha "saudade" daquele tempo, que me custou muito trabalho, tempo, dedicação, dinheiro e sacrifício, que fiz de boa vontade e sem intenção de receber pagamento em dinheiro, mas que nunca foi reconhecido pelos outros Mutantes e que foi até mesmo escarnecido. Jeff me convenceu e acabei escrevendo, já sabendo o que ocorreria, mas para atender o amigo.
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"Só não têm medo Deus e o louco", está escrito em Géa. Porém, não tenho esse medo que você menciona, o de ser plagiado. Tenho, isto sim, o que todos têm quando são proprietários de algo: o devido cuidado para evitar furtos e roubos. Não tive medo do assalto que aconteceu em nossa casa no ano passado, nem do assaltante. Minha resposta a este me podia custar a vida, mas eu o enfrentei porque tinha objetivo maior que eu. Foi fácil! E no fim, tudo acabou melhor para nós aqui do que se eu me houvesse submetido. Tenho, isto sim, uma coragem infinita. E coragem só tem quem tem medo.
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Se você me honrasse com a leitura de Géa, veria nas páginas introdutórias, antes de iniciar o texto, que rendo homenagem a Gustave Doré. Como não tenho um Gustave Doré para ilustrar Géa (que supera de longe a Divina Comédia de Dante e também a obra musical homônima dos Mutantes), ilustrei-a eu mesmo. Claro que, num computador da Idade da Pedra, minhas ilustrações não se podem comparar com o que se vê nos filmes de produtores endinheirados, como Hulk e Spider-Man, que pagam as grandes empresas de computação gráfica, repletas de máquinas de última geração, de profissionais excelsos e de programas incrementadíssimos. As técnicas de modelagem em 3D que utilizo não são "muito antigas" não. O 3D Studio MAX é um aplicativo poderosíssimo e atualíssimo. O que é da Idade da Pedra é o computador onde utilizo esse aplicativo. Sei usar a mais alta técnica do 3D Studio e do Maya, mas não posso simplesmente empregá-la num computador com apenas 2MB de RAM e um CPU Pentium D com 2.8GHz! Isso, é o que tenho HOJE. Quando comecei a ilustrar os meus livros, meu computador rendia menos de um centésimo, comparado a esse.Há ilustrações de meus livros em sites estrangeiros também, capturadas sem autorização minha em meu site, e fazendo sucesso. A face de Talia é um exemplo, com os fios de cabelo individualizados, técnica das mais recentes, mesmo nas produções cinematográficas endinheiradas.Eu não pretendo atualizar as ilustrações que fiz para meus livros, porquanto servem tal como estão! Elas revelam a evolução de minha técnica e de meus computadores ao longo dos livros que fui ilustrando. Elas são parte da história da vida do escritor Cláudio César Dias Baptista. Tenho oferecido aos editores que pretendam publicar-me os livros em papel impresso que o façam com ou sem ilustrações. Estas podem ser as minhas ou de ilustradores profissionais, pagos pelo editor. Tenho um "manual" manuscrito por mim com mais de cem páginas, cheio de desenhos feitos por mim com canetas esferográficas coloridas, que criei para servir de base a tais futuros ilustradores - e foram a base que segui para criar as minhas ilustrações.Sigo um plano muito bem feito para a publicação de meus livros em papel impresso. Tenho recusado ofertas de ingressar (grátis, um brinde no meu caso) em sites que divulgam obras dos escritores aos editores. Não quero intermediários, por mais gentis que pareçam, entre mim e o editor sério que me publicará os livros em papel. Sites assim são em verdade um meio extra de domínio do editor sobre o autor. E autor existe sem editor; não, editor sem autor. Eu sou a prova cabal dessa Verdade.Leia aqui a primeira parte da entrevista.